terça-feira, 2 de abril de 2013

Um paradoxo indecifrável, - Os Loucos!

- Era impressionante e ao mesmo tempo eu não conseguia entender ou explicar. Minha mente explodia de ideias, mal eu conseguia me deitar e dormir com isso, e outro lado eu mal aguentava as vozes das pessoas de fora que cortava minhas ideias e me jogava ao profundo vazio. Eu amava silêncios, e odiava beros e gritos, mas minha mente confusa e tao agoniada me deixava neurótico. Eu era neurótico! Quem não é neurótico? Talvez você né!? E o que sobrava de mim era um bom copo de Whisky e uns maços de cigarros, aquilo era o estado Nirvana. Um universo intrigante, e de tao intrigante eu fiquei louco, pirado, maluco! E eu não achava respostas para minhas perguntas, minha vida era mais que meros pontos de interrogações, mas onde eu achavas as exclamações? Onde eu achava as respostas? Onde eu acha as verdades absolutas? Não existem verdades absolutas, era esta a verdade! O homem podia assumir qualquer papel, ser dono supremo da ciência ou ser o velho dogmático. Era dois lados da mesma moedas, um disco LP que você podia ouvir do dois lados, era dual, era paralelo. Mas, por mais que questionável  não sabia resposta pra tudo. E eu era um louco, daqueles que olhava para o espelho e falava: - Eu sou um Deus! Eu ignorava os políticos, os cientistas e os religiosos, e me caia no meu profundo lado irônico não me segurava e começava a rir, por que tao pobres e tao cheios de certezas? Por que tao famosos e taos programados? Era tudo tolice, era um armário de fundo falso, pronto para cair, o que tinha lado dentro nas suas convicções. Eu sonhava em pleno a luz do dia, encarando frente a frente a realidade, eu a ignorava, como pobre mãe da mentira. Eu estava sem roupas, com olhos atentos e a mente aberta. Eu estava louco para viver, louco para sonhar. Por que só os que sonharam um dia e viveram suas vidas estava satisfeito de ser si mesmo!

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