" Eu demorei muito pra mim perceber, que eu devia me importar mais comigo mesmo. Esquecer tudo, os chatos, as coisas fúteis, os amores, eu não preciso correr atras disso, eu não preciso me fraquecer. Eu preciso estar mais comigo mesmo, ser eu mesmo, viver o que quero estar vivendo, ser produto de mim mesmo, esta disposto sobre todos meus sonhos. Aquela dor de cabeça que eu sentia a tarde ja não tinha passado, meu cérebro ainda queima, mas não de dor, não apenas de dor, eu estava mais que isso. Meus porres, ah meus porres, eu apenas não devo estar lucido do que eu falo, eu apenas devo estar tentando me enganar, ou sei la, talvez a me enforcar. Meus porres, é, minha solidão, ja conheço ela, ja me repito nela em versos e poemas, ja a sinto, ja a aceito. E aquela musica ainda toca baixinho, e aquelas frases, sabia palavras que me conforta. Eu não posso-me viver longe delas, oh não posso. Não pode ser assim tão só, mas agora ja não a ouço mais, agora estou só, sozinho de mim, oh tão só. "
- Antonio Lopes
sábado, 8 de junho de 2013
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